{"id":997,"date":"2020-01-09T12:54:29","date_gmt":"2020-01-09T15:54:29","guid":{"rendered":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/rascunho-automatico-stf-e-a-epifania-da-criminalizacao-da-apropriacao-indebita-fiscal-direito-tributario-moral-e-nova-politica-criminalo\/"},"modified":"2026-09-29T19:25:05","modified_gmt":"2026-09-29T22:25:05","slug":"rascunho-automatico-stf-e-a-epifania-da-criminalizacao-da-apropriacao-indebita-fiscal-direito-tributario-moral-e-nova-politica-criminalo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/en\/rascunho-automatico-stf-e-a-epifania-da-criminalizacao-da-apropriacao-indebita-fiscal-direito-tributario-moral-e-nova-politica-criminalo\/","title":{"rendered":"O STF e a epifania da criminaliza\u00e7\u00e3o da \u201capropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita fiscal\u201d: Direito Tribut\u00e1rio, Moral e nova Pol\u00edtica Criminal"},"content":{"rendered":"<p class=\"has-text-align-right\">Por Felipe Contreras Novaes&nbsp;<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\">\u00a0Gabriel de Almeida Domingues<\/p>\n<p>Como amplamente divulgado nos principais jornais do pa\u00eds, ontem no STF (18) foi conclu\u00eddo o julgamento do RHC n\u00ba 163.334\/SC, em que se discutiu o adequado alcance da express\u00e3o <em>\u201cdescontado ou cobrado, na qualidade de sujeito passivo de obriga\u00e7\u00e3o e que deveria recolher aos cofres p\u00fablicos\u201d<\/em>, prevista no art. 2\u00ba, inciso II, da Lei n\u00ba 8.137\/1990, para fins de defini\u00e7\u00e3o se a conduta de deixar de recolher <a href=\"http:\/\/www.hondatar.com.br\/stf-define-que-e-crime-deixar-de-pagar-icms-declarado\/\">ICMS<\/a>-pr\u00f3prio devidamente escriturado e declarado ao Fisco seria crime.<\/p>\n<p>Por maioria, o STF considerou a<br \/>\nconduta como crime, denominando-a como se apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita fosse, desde que<br \/>\nela se d\u00ea de forma contumaz e a empresa repasse no pre\u00e7o o custo referente ao<br \/>\nimposto. <\/p>\n<p>Dentre v\u00e1rios fundamentos<br \/>\nextrajur\u00eddicos aventados, nos termos do voto do relator, Min. Lu\u00eds Roberto<br \/>\nBarroso, foi sustentada a import\u00e2ncia da an\u00e1lise econ\u00f4mica do Direito, sob a<br \/>\njustificativa de que a sonega\u00e7\u00e3o fiscal frustra o Estado de cumprir suas<br \/>\nobriga\u00e7\u00f5es constitucionalmente assumidas, dando ensejo \u00e0 chamada <em>\u201cinsinceridade<br \/>\nconstitucional\u201d<\/em>.<\/p>\n<p>Assim, em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 proposta na<br \/>\nsess\u00e3o anterior, foi fixada a seguinte tese final:<\/p>\n<p><em>\u201cO contribuinte<br \/>\nque, de forma contumaz e com dolo de apropria\u00e7\u00e3o, deixa de recolher o ICMS<br \/>\ncobrado do adquirente da mercadoria ou servi\u00e7o incide no tipo penal do artigo<br \/>\n2\u00ba inciso II da lei 8137\/1990.\u201d <\/em><\/p>\n<p>N\u00e3o temos d\u00favidas de que o problema do<br \/>\ndevedor contumaz \u00e9 uma realidade brasileira. Assim como tamb\u00e9m o \u00e9 termos uma<br \/>\ndas maiores cargas tribut\u00e1rias considerando-se tanto os impostos diretos e<br \/>\nindiretos. <\/p>\n<p>A reprova\u00e7\u00e3o moral do devedor contumaz<br \/>\nn\u00e3o pode se sobrepor \u00e0 pr\u00f3pria lei, pois os sentidos t\u00e9cnicos&nbsp; das<br \/>\nexpress\u00f5es \u201cdescontar\u201d e \u201ccobrar\u201d est\u00e3o intrinsicamente relacionadas \u00e0s<br \/>\nsitua\u00e7\u00f5es que envolvem a sujei\u00e7\u00e3o passiva indireta, tal como ocorre com a<br \/>\nreten\u00e7\u00e3o na fonte (\u201cdescontado\u201d) e substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria (\u201ccobrado\u201d)<a href=\"#_ftn1\">[1]<\/a>,<br \/>\nem que se ret\u00e9m tributo devido por outrem, sendo a conduta de declarar e n\u00e3o<br \/>\nrecolher o ICMS-pr\u00f3prio, portanto, at\u00edpica.<\/p>\n<p>Sob o aspecto tribut\u00e1rio, vale<br \/>\nobservar que o posicionamento at\u00e9 ent\u00e3o predominante parte de uma premissa<br \/>\nequivocada de que o contribuinte de direito do ICMS-pr\u00f3prio receberia, quando<br \/>\ndo faturamento dos valores devidos em raz\u00e3o de sua atividade, n\u00e3o s\u00f3 o que lhe<br \/>\n\u00e9 devido, mas tamb\u00e9m o que \u00e9 devido ao Estado a t\u00edtulo de tributo, ou seja, de<br \/>\nque o contribuinte de direito \u201ccobraria&#8221; o tributo do consumidor<br \/>\n(contribuinte de fato), para ent\u00e3o concluir que estes valores, se n\u00e3o<br \/>\nrecolhidos aos cofres p\u00fablicos, estariam sendo indevidamente \u201cretidos\u201d pelo<br \/>\nsujeito passivo, o que configuraria uma forma de apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita.<\/p>\n<p>Ocorre que, o ICMS-pr\u00f3prio n\u00e3o \u00e9<br \/>\ncobrado do \u201ccontribuinte de fato\u201d, mas eventualmente repassado pelo<br \/>\n\u201ccontribuinte de direito\u201d como custo embutido no pre\u00e7o da mercadoria ou servi\u00e7o<br \/>\nvendidos, servindo seu destaque na nota fiscal t\u00e3o-somente para fins de<br \/>\ncontrole pelo Fisco dos cr\u00e9ditos e d\u00e9bitos relativos ao regime da<br \/>\nn\u00e3o-cumulatividade (embora n\u00e3o necessariamente destacados na nota fiscal, todos<br \/>\nos tributos, ou sua maioria, s\u00e3o embutidos no pre\u00e7o do produto ou servi\u00e7o<br \/>\nvendidos). <\/p>\n<p>Tanto \u00e9 assim que, ainda que o<br \/>\nconsumidor (contribuinte de fato) n\u00e3o pague pelo pre\u00e7o, o contribuinte de<br \/>\ndireito dever\u00e1 arcar com o imposto, por mais que nada tenha lhe sido repassado.<br \/>\nE esta conclus\u00e3o em nada se altera quando h\u00e1 o pagamento do pre\u00e7o, pois os<br \/>\nvalores destacados a t\u00edtulo de imposto n\u00e3o ser\u00e3o necessariamente repassados ao<br \/>\nFisco, j\u00e1 que a exist\u00eancia de saldo credor acumulado, por exemplo, afasta a<br \/>\nnecessidade de qualquer repasse pelo contribuinte, o que demonstra, com todo o<br \/>\nrespeito, o equ\u00edvoco da premissa adotada.<\/p>\n<p>J\u00e1 sob o aspecto criminal, a<br \/>\nnecessidade de seguran\u00e7a jur\u00eddica que orienta os cidad\u00e3os face ao poder de<br \/>\npuni\u00e7\u00e3o do Direito Penal, ambos os termos (\u201cdescontar\u201d e \u201ccobrar\u201d) devem ser<br \/>\ntomados na acep\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica que tem no ramo de origem, que no caso \u00e9 o Direito<br \/>\nTribut\u00e1rio. <\/p>\n<p>Sabe-se que o delito previsto no art.<br \/>\n1\u00ba da Lei n\u00ba 8.137\/1990 \u00e9 um crime material, que necessitava a confirma\u00e7\u00e3o do<br \/>\nlan\u00e7amento na esfera administrativa (o que veio a gerar a S\u00famula Vinculante n\u00ba<br \/>\n24) para conferir o elemento t\u00edpico e a certeza aritm\u00e9tica do valor do imposto<br \/>\nsonegado. Em que pese o crime previsto no art. 2\u00ba, inciso II da referida lei<br \/>\nser um crime formal, o bem jur\u00eddico por ele tutelado e os vetores que devem<br \/>\norientar sua interpreta\u00e7\u00e3o s\u00e3o os princ\u00edpios e regras do Direito Tribut\u00e1rio e<br \/>\ndo Direito Penal. Trazer fundamentos de outras \u00e1reas jur\u00eddicas, valores morais,<br \/>\ne quest\u00f5es de pol\u00edtica criminal \u00e9 um erro vetado historicamente pelo pr\u00f3prio<br \/>\nSupremo: legislar positivamente.&nbsp; <\/p>\n<p>Desta forma, repisa-se: N\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o<br \/>\njur\u00eddica para adotar uma fundamenta\u00e7\u00e3o de uma interpreta\u00e7\u00e3o at\u00e9cnica<a href=\"#_ftn2\">[2]<\/a>,&nbsp;ou<br \/>\nde ordem extrajur\u00eddica para o crime em comento. <\/p>\n<p>Denota-se, desta forma, que ocorreu<br \/>\npor parte de alguns Ministros uma farta exalta\u00e7\u00e3o de argumentos, not\u00edcias de<br \/>\njornal, fatos sociais, aspectos econ\u00f4micos (Law and Economics) e um \u201cclamor\u201d de<br \/>\numa suposta pol\u00edtica criminal que n\u00e3o lastreiam a interpreta\u00e7\u00e3o do Direito<br \/>\nPenal, que se calca \u00fanica e exclusivamente na Lei para proteger um bem jur\u00eddico<br \/>\ndefinido.<\/p>\n<p>Em tom de preven\u00e7\u00e3o do tr\u00e1gico futuro,<br \/>\neram estas as preocupa\u00e7\u00f5es do Min. Sep\u00falveda Pertence em seu aditamento ao voto<br \/>\ndo HC n\u00ba 81.611-8\/DF (fls. 135-136):<\/p>\n<p><em>\u201c<strong>Tais<br \/>\npreocupa\u00e7\u00f5es, posto que respeit\u00e1veis, s\u00e3o evidentemente extra-juridicas<\/strong>;<br \/>\ne a elas me permito opor outra, da mesma natureza. [&#8230;] <\/p>\n<p><strong>\u00c0 incrimina\u00e7\u00e3o e \u00e0 efetiva repress\u00e3o penal dos crimes contra a ordem<br \/>\ntribut\u00e1ria, na lei vigente, n\u00e3o se podem atribuir inspira\u00e7\u00f5es \u00e9ticas, na medida<br \/>\nmesma em que se admite a extin\u00e7\u00e3o de sua punibilidade pela satisfa\u00e7\u00e3o do<br \/>\ntributo devido: a constru\u00e7\u00e3o da san\u00e7\u00e3o penal tem, assim, no contexto, o<br \/>\nsignificado moralmente neutro de t\u00e9cnica auxiliar da arrecada\u00e7\u00e3o<\/strong>. [&#8230;]<br \/>\nV\u00e1 l\u00e1 que se admita esse verdadeiro abuso da incrimina\u00e7\u00e3o penal.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Portanto, enquadrar a simples<br \/>\ninadimpl\u00eancia do ICMS-pr\u00f3prio declarado como crime de apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita fere<br \/>\nn\u00e3o somente o princ\u00edpio da tipicidade penal (art. 5\u00ba, XXXIX, da CF\/88), mas<br \/>\ntamb\u00e9m a veda\u00e7\u00e3o constitucional \u00e0 pris\u00e3o por d\u00edvida civil (art. 5\u00ba, LXVII, da<br \/>\nCF\/88), objeto de tratado internacional cujo Brasil \u00e9 signat\u00e1rio (art. 7\u00ba, item<br \/>\n7, da Conven\u00e7\u00e3o Americana sobre Direitos Humanos, internalizado ao ordenamento<br \/>\njur\u00eddico brasileiro pelo Decreto n\u00ba 678\/1992). <\/p>\n<p>A puni\u00e7\u00e3o do mero inadimplemento<br \/>\ndesacompanhado de qualquer ardil, tal como a fraude, omiss\u00e3o, presta\u00e7\u00e3o de<br \/>\ninforma\u00e7\u00e3o falsa \u00e0 autoridade fazend\u00e1ria, dentre outros, configura verdadeira<br \/>\ntentativa de coa\u00e7\u00e3o do devedor ao pagamento do d\u00e9bito fiscal. E a forma de<br \/>\njustificar a aus\u00eancia do elemento fraude, j\u00e1 que n\u00e3o prevista no art. 2\u00ba,<br \/>\ninciso II, foi fixar a tese para aquele que deve ser punido \u201co devedor<br \/>\ncontumaz\u201d que teve \u201cdolo de se apropriar\u201d. Conceitos n\u00e3o previstos na taxativa<br \/>\nLei n\u00ba 8.137\/1990.<\/p>\n<p>Nunca \u00e9 demais lembrar que a<br \/>\ninadimpl\u00eancia n\u00e3o \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o isolada do empresariado, mas tamb\u00e9m dos<br \/>\npr\u00f3prios Estados que, embora sejam h\u00e1 d\u00e9cadas os maiores devedores, buscam a<br \/>\ntodo custo criminalizar a mera inadimpl\u00eancia unicamente por parte dos<br \/>\ncontribuintes.<\/p>\n<p>E mais: n\u00e3o satisfeitos com a \u00faltima<br \/>\nmorat\u00f3ria que estendeu o prazo de quita\u00e7\u00e3o dos precat\u00f3rios para 2024, <strong>agora<br \/>\nos Estados buscam dar mais um calote<\/strong>, conforme PEC n\u00ba 95\/2019 que<br \/>\npretende estabelecer nova prorroga\u00e7\u00e3o para 2028, em que pese tal prazo j\u00e1 tenha<br \/>\nsido considerado como improrrog\u00e1vel pelo STF.<\/p>\n<p>Como bem levantado pelo Min. Gilmar<br \/>\nMendes ao relembrar caso narrado pelo Min. Sep\u00falveda Pertence, grande parte<br \/>\ndestes cr\u00e9ditos s\u00e3o oriundos da chamada <em>\u201cinconstitucionalidade \u00fatil\u201d<\/em>, ou<br \/>\nseja, cientes de que apenas pequena parte dos contribuintes ir\u00e1 questionar<br \/>\njudicialmente a exa\u00e7\u00e3o, os Estados cobram tributos sabidamente indevidos, sem<br \/>\nque isso gere qualquer responsabilidade aos agentes p\u00fablicos, \u00e0 exemplo do<br \/>\ncrime de excesso de exa\u00e7\u00e3o, injustamente tido como letra morta pelo Minist\u00e9rio<br \/>\nP\u00fablico.<\/p>\n<p>Por fim, se o intuito do STF foi criar<br \/>\nbalizas para a interpreta\u00e7\u00e3o do referido julgado, acreditamos que h\u00e1 claro<br \/>\nelemento de inseguran\u00e7a jur\u00eddica em utilizar conceitos abstratos como \u201cdevedor<br \/>\ncontumaz\u201d, ou ainda de dif\u00edcil verifica\u00e7\u00e3o, como ocorre no caso do \u201cdolo de<br \/>\napropria\u00e7\u00e3o\u201d, reiterando-se ser quase imposs\u00edvel determinar a psique dos<br \/>\nrespons\u00e1veis em cada empresa que possuem o desejo de lesar o Fisco.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o bastasse o empresariado sofrer<br \/>\ndiariamente com a falta de clareza e complexidade da legisla\u00e7\u00e3o fiscal, em<br \/>\nespecial a do ICMS, cuja inseguran\u00e7a jur\u00eddica \u00e9 um dos principais fatores<br \/>\nrespons\u00e1veis por grande parte da autua\u00e7\u00f5es fiscais, em que n\u00e3o somente s\u00e3o<br \/>\ncobrados os impostos corrigidos, mas tamb\u00e9m atualizados com elevad\u00edssimos juros<br \/>\ne multas, muitas vezes superiores ao pr\u00f3prio valor do tributo.<\/p>\n<p>Agora pretende-se interpretar de forma<br \/>\nel\u00e1stica, como disse d\u00e9cadas atr\u00e1s o Min. Sep\u00falveda Pertence, o tipo penal do<br \/>\nart. 2\u00ba, inciso II, da Lei n\u00ba 8.137\/1990, como forma de combater esta figura<br \/>\nincerta, que \u00e9 o devedor contumaz, tornando crime aquilo que, em verdade, \u00e9 uma<br \/>\nmera inadimpl\u00eancia de tributo indireto.<\/p>\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n<p><a href=\"#_ftnref1\">[1]<\/a> Al\u00e9m de<br \/>\noutros casos isolados em que o contribuinte efetivamente cobra tributo do<br \/>\nparticular, como ocorre com a contribui\u00e7\u00e3o sobre ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica (CIP), IOF<br \/>\nsobre cr\u00e9dito rotativo (cheque-especial) e a extinta CPMF, hip\u00f3teses muito bem<br \/>\nlevantadas pelo advogado Igor Mauler Santiago em sua sustenta\u00e7\u00e3o oral.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a> Como bem sustentou o Min. Marco Aur\u00e9lio, embora n\u00e3o caiba um discurso moral, estat\u00edstico ou de insufici\u00eancia de caixa (econ\u00f4mico), <em>\u201cdeu-se (STJ) interpreta\u00e7\u00e3o el\u00e1stica ao preceito a encerrar tipo\u201d<\/em>.<\/p>\n<\/p>\n<p><em>FONTE:<a href=\"http:\/\/t.rdsv.net\/wf\/click?upn=TOwNC8vOGP9BYLhXI8wd8WxmcOSg7OtA10A2rIEzdrkiVjgQceBpFQkDvFrf9a6zPMnh3K8WPsBy0S7pfjPrPB1Wtx03puvrP-2BaQ4rnZ91UAwabPled2TelxAsGO6QRITuAvnWf0FUxOX07acjXkCmzSlYVwZ-2BeDpcQwnSTqWSO9uOVidknNgvP-2Fe96oql2cAxlViS9g8A7nrR-2FkQiFtPI5o2DKdzGgTnws5-2BxNNQqSrLtwsvFVQs66VVoqg4VZA64cIUIdJ1u1svc8XNMNMcfMF2mZpQCYGTSg19z4-2F4GLlKwkh1oa9aDLt0Kl5qr9BXRVW0tw3gOfdp-2F3-2FojuOzPEPmzKnCDlBXBa7VAYmXmBlfV6NZ3-2B-2B7r8FarfZorKfhwlkw-2FpLh-2BasiCDe21mhGUWdIrtslhgiEgsjmRQrp3nbPfxSZNuaqFv7it-2Bn14slX4TJxCWziB-2F04ohRmhTaZ2iYSLKQ1DVbR-2FPlCG0Y21o-3D_-2FmMd5KLcJYyyIX-2FuE5a4RskviD10JsSZ5InrpDIRjVmmDcD5yGHbFgiBLWQfgxZjoY7MPEy8GTyPr856kGH6zR0PCUraHm5xTqHqgYNcWPQW4oRffS3pM09UkraDJv8mgHY-2F0dA5NQBi5ODM7zQnYT3wNvZMOWtKqq4U-2BfWi2e4g8cox-2Fw9DPMVTKuUrGZ4qo22eMQXYvejwi3gqXiHNBAu7I1OVknfjdwsnNSHYfigQ5l9B-2B3HTdasggHb3RvDYl1chiTJMy6UlyoJUqr9hDeR0Lth7XwKxScfTZyO-2BKMxjqTwIkPBBeSEwCwwRjkNx0mHy76QJGfMYWlSRmoC9Z6pFd4a-2BM11Cvr1qshq6fjdS1vEViMOsZe1dy7rdQxznJJ2f-2F5YA3hUfPMk1CGLKoQ1GEUVJO4-2FwDCAuHEReppI6xXWZOCfLsCqL-2Bitg5fN6sBfW72mj-2Bv0fkHa76RvpfkQftvcVlNel9K8gA0SBk9Z5V9nIX0l2R-2FqJAddk9sR-2FJ8iEDepSLfzSGACtjpj3pA-3D-3D\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> Jota<\/a><\/em><\/p>\n<p>\u00a0&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong><em>Felipe Contreras Novaes<\/em><\/strong><em> \u00e9 conselheiro do Conselho Superior de Direito da FecomercioSP e atua como advogado no setor Tribut\u00e1rio do escrit\u00f3rio Honda, Teixeira, Araujo, Rocha Advogados.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Felipe Contreras Novaes&nbsp; \u00a0Gabriel de Almeida Domingues Como amplamente divulgado nos principais jornais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1118,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[21],"tags":[],"class_list":["post-997","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/997","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=997"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/997\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1494,"href":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/997\/revisions\/1494"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1118"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=997"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=997"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/rusvelnantes.com.br\/hondatar\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=997"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}